Aos montes vejo fantasmas de pessoas que me abanonaram num caminho solo. Vivo das fotos, respiro as lembranças e sinto falta das cartas que já não chegam mais. Sou trapos, sapatos velhos e olhos sem brilho. O vago toma conta dos dias na agenda desgastada pelo mau uso. O som do telefone da asas a uma imaginação vazia.
terça-feira, maio 31
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 limão:
Postar um comentário
teste 01