Meu coração acompanha o tic-tac do relógio, ansiando uma mudança na rotina. Apenas a sensação de que ao meu redor nada me pertence e em tudo faço parte. Estou nas fotos registradas do passado, estou nos lençóis amarrotados em minha cama, nas folhas espalhadas na cabiceira e no som saindo da televisão. O telefone toca e nada me move à atender, pessoas locomovem-se na rua e eu não me preocupo em acompanhar. Meu diário tem páginas vazias que eu não sei por onde começar.
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