sábado, setembro 4

rimas desconexas

sábado, setembro 4
Sinto que não há, esqueço. Olho para dentro de mim e me perco. Durmo me cobrindo de medos. Só conheço meus anseios. Meu receio é morrer sem viajar pela minha terra. Outrora descobrir a paisagem que me resta. Não sou ninguém sem minha escrita, um pedaço de papel que queimei sem verso. Sou eu ao abrir os olhos e pisar no chão, o que vem depois não é, será e se foi.

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