quinta-feira, setembro 30

prosa presa

quinta-feira, setembro 30
Minhas cicatrizes são expostas para todo aquele que se permite ver. Desenhos, tatuagens, marcas feitas à sangue. Meu sangue. Meus membros. Minha vida descrita em pedaços de mim. O diário sobrevive. Olhos que não negam, lágrimas em rios.
Como anseio um descanço para minha oração. Um amor metamorfoseado em cidadão. Minha música expressa no som de sua felicidade. Meu cigano fiel em sua imortalidade.

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