quinta-feira, agosto 11

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quinta-feira, agosto 11
Meus cadernos de prosa cuspida guardo em buracos de minha memória, não os vejo mais. Minha poesia outrora tão embalsamada em alegria e orgulho, hoje acumula pó no canto da sala. Feitos que já não prendo a meus pés com correntes, que já não coloco em pedestais e nem planejo levar adiante. Seguir sem um objetivo é não ter motivos para seguir, fico enclausurada na mesma casa do tabuleiro onde estacionei. Outro jogo perdido.

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