Foi o cupido, o cupido de Julieta que a matou. Duas ou três mentiras por dia, seis ou nove garrafas de vinho e uma flecha de amor. Grande decepção, foi a decepção de Julieta que a matou. Fantoche sem sombra, trêz fios e um pedaço de pano rasgado. Sopro de veneno, facada no peito e um murmúrio. Chorou em baldes, foi o choro de Julieta que a matou. Uma caixa postal vazia, um mensageiro atrapalhado e sentimento calado. Foi o cupido, foi cupido de Julieta quem errou - acertou-lhe a flecha no peito e a matou.
domingo, março 6
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