No meu personagem de papelão perco a razão. Digo e discordo, inspiro e suspiro. Desisto. Quero atender a todas as expectativas que me rodeiam e não posso. Quero dizer mas calo. Sou refém das memórias do que não fiz. Uma decepcção gravada na testa, o medo pertubando a alma. É certo. Palavras perdidas .. com ou sem elo. Coexistem em mim. Vivem de mim. Sou eu.
.. um diário escrito num rascunho de verão.
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