quinta-feira, setembro 10

não há o que nas cinzas

quinta-feira, setembro 10
O dia amanhece lentamente e estou acorrentado ao mesmo lugar. As pessoas  se tornaram borrões em uma pintura que outrora fôra destruída pelo tempo. São erros. Encontrei  páginas da vida de alguém no lixo - o lixo que sou eu, o alguém que eu não queria ser. A corrente do meu propósito é o recomeço, mas eu ainda não consigo ver emergir algo valioso em mim.

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